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Este blog encerrou a sua actividade. Recomendamos este.
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Por Jorge Branco 0 obs
subspécie: ensinamentos
O mundo podia ser um bocadinho de nada mais perfeito se as tipas que nunca vimos mais gordas dos chats assumissem logo que eram fatelas. Podiam logo deixar as coisas em pratos limpos. Uma boa maneira de o fazerem era desde logo dizerem algo como “olha pá antes de me perguntares o meu nome devo já advertir-te que sou um grande camafeu. Eventualmente podemos ter conversas interessantes e bem humoradas, mas é melhor que não alimentes nenhuma expectativa em relação a mim ou não fantasies coisas a respeito da minha beleza ou daquilo que me fazias ou que eu te fazia se te apanhasse a jeito, ok ?” Isto é um exemplo que deveria ser seguido, uma boa prática, conversa de um cajadão civilizado e bom entendedor da mente masculina.
Por Jorge Branco 1 obs
subspécie: desperdícios
Prudêncio foi
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- Dizei o que vos trás por cá meu rapaz.
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- Sim meu rapaz … e qual é a tua dúvida então ?
- Porquê do “tipo cebola” Mestre, que analogia se poderá fazer entre o vegetal que tão bem tempera os nossos repastos, com o cuzinho daquela mulher, que tão bem tempera os nossos sonhos ?
- Essa feliz analogia que fazes já per si é quase suficiente e esclarecedora, e dá-nos pistas sobre o verdadeiro significado do famoso ‘cuzinho do tipo cebola’.
- Dizeis, ‘famoso’ ?
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E
Por Jorge Branco 0 obs
subspécie: ensinamentos
300
A confirmar-se que afinal Sócrates não beneficiou de nenhum favorzinho da Independente, confirmam-se igualmente as nossas piores suspeitas: Sócrates é de facto um grande tótó! Não fez o que qualquer um no seu lugar teria feito. E não é encorajador termos um primeiro ministro assim. Sinceramente, depois de um canudo de encomenda (que feito!!) já o imaginava com sageza e jogo de cintura suficientes para ocupar altos cargos internacionais, por exemplo, ser pessoa capaz de convencer o Ahminejad do Irão a trocar as centrais nucleares por doutoramentos Honoris Causa da UNI. Até eu beneficiei dos favores daquela universidade aquando da minha breve passagem por lá. Lembro-me que para a inscrição era necessário um atestado do 12º ano. Era exigido, para ser mais exacto. Confrontado com essa inconveniência desagradável, não que não tivesse completado o secundário mas porque tal me obrigaria a deslocar à caótica secretaria da minha antiga escola, disse “mas veja lá… veja lá…” Argumentos convincentes que fizeram com que eu, um estudante anónimo, um gajo qualquer, se inscrevesse numa universidade sem atestado de habilitações. Um feito nada comparável à obtenção de uma licenciatura de aviário, eu sei, mas eu não sou político. Sócrates era político e não teve competência suficiente para aproveitar as benesses, não teve a lucidez para usufruir do compadrio que naturalmente grassa entre uma classe que também mina as universidades. Ao que parece, tudo não passou de uma sucessão infeliz e altamente improvável de um emaranhado de mal entendidos encadeados uns nos outros mas que, vá-se lá imaginar como ou porquê, aconteceram. Sócrates é de facto engenheiro. Mas tótó. Já não escapa de bocas do género “só tinha bicharelato” e só pode ser alguém que não é dotado da esperteza suficiente para governar um país como Portugal.
Por Jorge Branco 1 obs
subspécie: coisas da demo
Por Jorge Branco 0 obs
subspécie: coisas da demo
De facto, o
Por Refúgio Lunar 0 obs
subspécie: coisas da demo
A recente descoberta da bebé raptada numa maternidade logo após o parto, vem de novo levantar a polémica sobre a competência e a jurisdição entre Deus e as entidades de investigação criminal. A mãe da criancinha e a circundante ajuizada vizinhança rapidamente se apressou a denominar de milagre o reaparecimento da bebé, entregue durante um ano aos bons cuidados da sua raptora. Logo à priori não me parece que o facto da bebé ter aparecido ao fim daquele tempo seja motivo para se poder alegar a condição de milagre. Estou a lembrar-me daquela pequena austríaca loira que só passados mais de dez anos reapareceu sem que ninguém tivesse alegado qualquer intervenção divina no caso. A própria raptada explicou tudo tintim por tintim o que lhe tinha acontecido, o Sindroma de Estocolmo, etc, etc... Qualquer milagre corresponderá a quaisquer circunstâncias que a ciência, síndromes e a lógica humana não consigam explicar, o que claramente não se sucedeu com a jovem loira e muito menos se sucede no caso da bebé. Se a criança desaparecida há um ano aparecesse agora com o corpo da Anastacia, isso sim seria milagre sem a mais pequena dúvida.
No entanto, estão já programados vários pagamentos de promessas, longas caminhadas a lugares inóspitos com santinhas lá no alto, para lhes agradecer a intercedência junto da mais alta instância, e deve sobrar também algum para o senhor prior lá da paróquia. Para esta gente, foi Deus quem salvou a bebé, Deus, o herói da fita. O que para mim é escandaloso. Pelo que me foi dado a conhecer pela comunicação social, facilmente se depreende que Ele não teve nada a ver com o assunto. É de todo injusto estar-se a atribuir mérito a Deus quando afinal foi até fruto da sua negligência e quiçá incompetência, que se verificou o desaparecimento, se viu aquela prestimosa mãe privada da sua filha. Deus não assumiu com aquele recém nascido o papel protector que lhe competia, foi desplicente na sua função de vigilância, e, pior, deixou que o Diabo dê-se a ideia à raptora. Não tendo Ele nada a ver com o aparecimento, também não me parece que haja neste caso qualquer mérito das forças policiais e de investigação criminal. É sabido que andavam ás aranhas, as pistas eram poucas ou nulas por força do bem orquestrado rapto. O que permitiu realmente o aparecimento da bebé desaparecida foram de facto os bufos, a família do companheiro da raptora que deu com a língua nos dentes. Mas desenganem-se estes senhores se julgam que por isso serão promovidos ou recompensados com alguma saca de batatas ou quaisquer outra oferenda que, convenhamos, era de toda a justiça lhes fosse ofertada. Não senhor, os méritos do desvendar deste caso irão todinhos para Deus Nosso Senhor que naturalmente se remeterá a um silêncio de falsa modéstia de como quem diz “ora, ora, não foi nada, isto foi uma coisita simples”. Por isso impunha-se a formação de uma comissão de inquérito que averiguasse estes casos de forma isenta e independente, para que o mérito fosse dado a quem realmente de direito. Importa de uma vez por todas delimitar as fronteiras, onde começa e acaba um bem sucedido trabalho de investigação policial, uma bem coordenada operação de busca e salvamento, quando acontece um inusitado milagre, ou simplesmente se admitir que tudo se resolveu graças à acção de um bufo, de alguém que a dado momento se chibou! Já era altura de se seguirem as boas práticas lá de fora, onde se valoriza o papel de bufo (veja-se as recompensas que o FBI dá a quem denuncie o paradeiro de perigosos malfeitores). Já era tempo de por cá se requalificar a imagem do bufo como peça fundamental na resolução de grandes mistérios. A história da humanidade tem-se desenvolvido muito por acção dos bufos. Veja-se a captura de Saddam Hussein. Milagre duma joint-venture de Deus e Alá? Mérito dos marines ? Não, um bufo que se chibou! Deve ter sido como se lhe tivesse saído os euromilhões!
Por Refúgio Lunar 1 obs